Thomas Grantham, Salmodia e o PRC

O debate sobre o canto na adoração cristã sempre foi um tema controverso ao longo da história da Igreja. Entre os que rejeitavam a “salmodia exclusiva” — ou seja, a ideia de que apenas os Salmos bíblicos deveriam ser cantados no culto — encontravam-se aqueles que defendiam a liberdade de compor e cantar novos hinos de louvor a Deus. No entanto, Thomas Grantham, que apresentamos aqui se opunha à salmodia exclusiva de uma maneira peculiar: embora não negasse a legitimidade de cânticos além dos Salmos, ele rejeitava a prática congregacional de cantar em uníssono, onde toda a assembleia entoava os louvores conjuntamente.

Para ele, o canto deveria seguir um modelo mais próximo ao que via nas Escrituras, onde um indivíduo guiava o louvor, enquanto os demais acompanhavam em espírito, respondendo com aprovação e edificação. Seu argumento se baseia na falta de evidências bíblicas para o canto coletivo em voz alta, bem como no risco de transformar o louvor em mera formalidade ou em um exercício mecânico sem real entendimento.

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