
Abaixo segue minha tradução do apêndice da Obra de John Norcott, editada por William Kinffin e Richard Claridge – apêndice anônimo -, impressa em 1694, na cidade de Rotterdam.

Abaixo segue minha tradução do apêndice da Obra de John Norcott, editada por William Kinffin e Richard Claridge – apêndice anônimo -, impressa em 1694, na cidade de Rotterdam.
Ainda que a maioria dos “debatedores” de rede sociais sejam “hates”, existem irmãos santos que realizam discussões proveitosas. O santos devem ser ouvidos; hates, por outro lado, ignorados. Este artigo é uma pequena resposta a outro comentário – de um irmão santo em Cristo Jesus.
Teologia bíblica é importante para o nosso posicionamento político em relação a Israel vs Palestina, por isso, pontuei algumas questões em meu facebook. O post recebeu um pequeno comentário. Devido ao tamanho do texto, optei por divulgar a resposta no blog. Não pretendo defender o antissemitismo; concordo que esta atitude é pecado, assim como, nas palavras de Igor Miguel, o “sionismo acrítico”.
Os pais batistas ensinaram que Gênesis 17.7 trata-se do Pacto de Graça em caráter de promessa. O verso 7, “firmarei minha aliança contigo” (as21), se refere a “aliança perpétua” e não a aliança de circuncisão descrita a diante. O Pacto de Graça é uma promessa no verso 7, enquanto os versos subsequentes destacam o Pacto da Circuncisão e suas promessas temporais para toda semente canal. A circuncisão não é a aliança de vida eterna. O apóstolo Paulo, em Romanos 4.16,17, interpretou Gênesis 17.7 exatamente dessa forma: A promessa de vida eterna foi realizada com o Israel espiritual de Deus, ou seja, os filhos da fé – tanto judeus quanto gentios .
Vejo que alguns irmãos batistas estão confusos com relação a doutrina da Aliança. Neste curto post,
A vida cristã deve ser marcada pela prática da oração[1][2][3]. Segundo a epístola de Judas[4], um das práticas ordenadas pelo Senhor é a oração, especificamente, a oração no Espírito Santo. Este termo pode ser interpretado de forma equivocada dando a entender que existem dois tipos de orações – aquela no Espírito e outra fora do Espírito. Dessa forma o “orar no Espírito” torna-se uma prática mística que está acima do consciente e intelecto do indivíduo. Para evitar este erro e definir com maior precisão o ensino bíblico a respeito deste tema, é necessário expor algumas funções específicas da Pessoa do Espírito Santo.
Alguém só pode ser conhecido caso se revele. Você não poderia saber da minha timidez, por exemplo, se de algum modo eu não lhe revelar esta minha característica, seja em palavras ou ações. Pois bem, Deus pode ser conhecido porque se revela. Ele revela seu próprio caráter santo, atributos perfeitos e vontade soberana. Isso se dá de dois modos: Geral e Especial.