PNA e a Lex Talionis

A Lex Talionis não foi abolida por Jesus quando ele disse:

“Mateus 5:38-42 Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. (39) Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; (40) e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. (41) Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas. (42) Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes. “

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O equívoco de Abraham Kuyper

Acredito que Abraham Kuyper (1837 – 1920) confundiu Estado com Autoridade Civil por causa do seu contexto político. É sabido que a Europa, no início do século 18, consistia em centenas, talvez milhares de unidades políticas independentes. Entretanto, no início do século 19 deu-se início o processo de expansão e centralização da Europa. Este movimento aconteceu por causa do temor de novas revoluções como a Francesa e seu famigerado resultado, a saber,  Napoleão. Leia mais »

Resenha do livro “First Freedom”

Nome da Obra: First Freedom: The Beginning and End of Religious Liberty

Editores: Json G. Duesing, Thomas White e Malcolm B. Yarnell III

Capítulo 1

Trata da liberdade religiosa e a exclusividade da salvação em Jesus Cristo. A pergunta principal do capítulo é: “A liberdade religiosa anula a posição que defende exclusividade da salvação por meio da fé em Jesus?”. O argumento é simples, não se pode usar a coerção para propagação do evangelho porque o confronto é argumentativo não coercitivo. Esta posição foi o cerne da crença anabatista. A reforma radical dizia que, em matéria de consciência religiosa, Jesus tomou a posição contra o uso de força para o convencimento ou prática religiosa. Em outras palavras, “o discernimento é responsabilidade da igreja, mas o julgamento pertence somente a Deus”. Isso não significa que o autor é um pacifista, durante a argumentação, ele nega mais de uma vez tal posição. Leia mais »

Quando um arminiano se tornou mais bíblico que um calvinista.

Thomas Grantham (1634–1692) era ministro de uma congregação Batista Geral (arminiana). Ele respondeu alguns argumentos pedobatistas com sua obra:  “TRUTH and PEACE: OR, The Last and most FRIENDLY DEBATE CONCERNING Infant-Baptism. Being a brief Answer to a late Book, intituled, The Case of Infant-Baptism; In which Answer is shewed,“.  Neste aspecto, a saber, a distinção entre o Pacto de Graça e o Pacto de Circuncisão, Grantham foi biblicamente superior ao adversário calvinista. Vejamos:

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