Quando um arminiano se tornou mais bíblico que um calvinista.

Thomas Grantham (1634–1692) era ministro de uma congregação Batista Geral (arminiana). Ele respondeu alguns argumentos pedobatistas com sua obra:  “TRUTH and PEACE: OR, The Last and most FRIENDLY DEBATE CONCERNING Infant-Baptism. Being a brief Answer to a late Book, intituled, The Case of Infant-Baptism; In which Answer is shewed,“.  Neste aspecto, a saber, a distinção entre o Pacto de Graça e o Pacto de Circuncisão, Grantham foi biblicamente superior ao adversário calvinista. Vejamos:

Leia mais »

Resposta amigável ao irmão Sionista

Teologia bíblica é importante para o nosso posicionamento político em relação a Israel vs Palestina, por isso, pontuei algumas questões em meu facebook. O post recebeu um pequeno comentário. Devido ao tamanho do texto, optei por divulgar a resposta no blog. Não pretendo defender o antissemitismo; concordo que esta atitude é pecado, assim como, nas palavras de Igor Miguel, o “sionismo acrítico”.

Leia mais »

Gênesis 17.7 e as duas alianças

Os pais batistas ensinaram que Gênesis 17.7 trata-se do Pacto de Graça em caráter de promessa. O verso 7, “firmarei minha aliança contigo” (as21),  se refere a “aliança perpétua” e não a aliança de circuncisão descrita a diante. O Pacto de Graça é uma promessa no verso 7, enquanto os versos subsequentes destacam o Pacto da Circuncisão e suas promessas temporais para toda semente canal. A circuncisão não é a aliança de vida eterna.  O apóstolo Paulo, em Romanos 4.16,17, interpretou Gênesis 17.7 exatamente dessa forma: A promessa de vida eterna foi realizada com o Israel espiritual de Deus, ou seja, os filhos da fé – tanto judeus quanto gentios .

Leia mais »

Os Batistas e a Teologia Pactual

Vejo que alguns irmãos batistas estão confusos com relação a doutrina da Aliança. Neste curto post,

  1. Saliento algumas informações com respeito a posição da CFB89,
  2. Descrevo as razões pelas quais os primeiros batistas assumiram o framework da CFW,
  3. Coloco uma razão pela qual batistas atuais são inconsistentes e
  4. Faço um pequeno conselho aos novos adeptos da teologia reformada e pactual

 

Leia mais »

Witsius sobre o Pacto de Obras feito com Adão

“As implicações de semelhante preceito divino devem ser consideradas. Por ele, o homem é ensinado: (1) que Deus é Senhor de tudo e que é ilegal desejar se quer uma maçã sem seu consentimento. Em todas estas coisas, então, desde o maior ao menor, os lábios do Senhor devem ser consultados, como, por exemplo, o que Ele teria ou não criado para nós. (2) Que a felicidade do homem está apenas em Deus e que não podemos desejar nada, a não ser em submissão a Ele e para sua glória. Então, somente através dele que podemos possuir as coisas boas e deleitosas. (3) É ensinado a estar satisfeito mesmo sem as coisas mais deleitosas e desejáveis, se Deus assim ordenar, e, pensar que é muito melhor estar em obediência aos preceitos de Deus do que desfrutar das melhores coisas do mundo. (4) Aquele homem ainda não havia chegado ao máximo da felicidade, mas devia aguardar um bem maior após o teste de obediência. Isto foi insinuado na proibição da árvore mais deliciosa, cujo fruto era, além do que qualquer outro, mais desejável. E isto requer algum grau de imperfeição nesse estado em que o homem estava proibido de algumas coisas boas. ” (The Economy of the Covenants. H. Witsius, 1660).