Sobre a Pena de Morte

Deus faz pactos com a humanidade. São vários pactos que existem na Escritura, 3 são importantes para entender as regras da justiça retributiva (Lex Talionis) e a razão pela qual a Escritura provê suporte à pena capital. São eles:

  1. O pacto da criação, chamado de Pacto de Noé;
  2. O pacto com Israel no deserto, chamado de Pacto do Sinai;
  3. O pacto com Cristo Jesus, chamado de Nova Aliança ou Pacto de Graça.

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PNA e a Lex Talionis

A Lex Talionis não foi abolida por Jesus quando ele disse:

“Mateus 5:38-42 Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. (39) Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; (40) e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. (41) Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas. (42) Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes. “

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O equívoco de Abraham Kuyper

Acredito que Abraham Kuyper (1837 – 1920) confundiu Estado com Autoridade Civil por causa do seu contexto político. É sabido que a Europa, no início do século 18, consistia em centenas, talvez milhares de unidades políticas independentes. Entretanto, no início do século 19 deu-se início o processo de expansão e centralização da Europa. Este movimento aconteceu por causa do temor de novas revoluções como a Francesa e seu famigerado resultado, a saber,  Napoleão. Leia mais »

Resenha do livro “First Freedom”

Nome da Obra: First Freedom: The Beginning and End of Religious Liberty

Editores: Json G. Duesing, Thomas White e Malcolm B. Yarnell III

Capítulo 1

Trata da liberdade religiosa e a exclusividade da salvação em Jesus Cristo. A pergunta principal do capítulo é: “A liberdade religiosa anula a posição que defende exclusividade da salvação por meio da fé em Jesus?”. O argumento é simples, não se pode usar a coerção para propagação do evangelho porque o confronto é argumentativo não coercitivo. Esta posição foi o cerne da crença anabatista. A reforma radical dizia que, em matéria de consciência religiosa, Jesus tomou a posição contra o uso de força para o convencimento ou prática religiosa. Em outras palavras, “o discernimento é responsabilidade da igreja, mas o julgamento pertence somente a Deus”. Isso não significa que o autor é um pacifista, durante a argumentação, ele nega mais de uma vez tal posição. Leia mais »