Um pastor chamado Roger Williams apresentou-se à colônia de Massachusetts (EUA) com pesada crítica durante o século 17. Ele declarou que os puritanos das colônias americanas se equivocaram ao dar aos magistrados autoridade para governar sobre a vida religiosa das pessoas. O movimento de intolerância havia crescido na Nova Inglaterra (Estados Unidos, século 17) e Williams era contra a perseguição em nome de Deus. Batistas, quakers, anabatistas e quaisquer grupos que diferiam das posições teológicas do governo eram perseguidos. O caso mais famoso ficou conhecido como “As Bruxas de Salém”, quando, em 1692, alguns crentes puritanos, sob o aval do governo de Massachusetts condenaram a morte cerca de 20 pessoas acusadas, injustamente, de praticar feitiçaria. Os cristãos que governaram Massachusetts confundiram o reino comum dos homens com o reino do céu. Imaginaram que pela força política poderiam obrigar pecadores à verdadeira adoração. Aqueles puritanos imaginaram que política era o meio que Deus utilizaria para preservar a sua igreja e expandir o reino do céu que se instalava na Nova Inglaterra.
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