Apesar da divergência entre Batistas Gerais e Batistas Particulares no século 17 quanto a Soteriologia, os grupos não se consideravam inimigos. Em muitos aspectos, eram vistos como grupo único . Em alguns assuntos, encontramos declarações de fé aceitáveis tanto à Gerais quanto à Particulares. Isso fica evidente na defesa da Magistratura Civil feita por Thomas Grantham. Ele reconheceu a diferença Soteriológica e Escatológica, mas defendeu a Magistratura Civil e Eclesiologia como doutrinas unânimes.
No decorrer de sua apologia, Thomas Grantham não identifica dois grupos (Gerais e Particulares), mas um único grupo formado pelos elementos básicos da ortodoxia cristã ,e, principalmente, da eclesiologia.
O início de sua defesa Gratham mostra que existem diferenças entre os batistas:

Note que as “Baptized Churches” são consideradas como um grupo de igrejas unidas por um pensamento em comum, neste caso, Magistratura Civil e Eclesiologia.



Por fim, temos a subscrição tanto de Batistas Gerais quanto de grandes nomes do movimento Particular

O que define a identidade Batista não é a Soteriologia (esta diz respeito aos termos “Particular” e “Reformada”). Ser Batista diz respeito à Eclesiologia. Para mais sobre essa discussão, veja o blog Rastro De Água.
Temos muito que aprender aqui ou não, einh?