O propósito dessa série de postagens (parte 1) é apresentar o resumo da obra de John Erskine (1721-1803) que responde, negativamente, as seguintes questões: “O Pacto no Monte Sinai prometia vida eterna?”, “O Pacto de Graça é o cumprimento do Pacto no Sinai?”.
A Natureza do Pacto no Monte Sinai
Deus foi uma das partes no Pacto do Sinai. Ele se pactuou com Israel sob um caráter de rei da nação Jz 8.23; 1Sm 8.7; 12.12. E, agindo como tal, dispôs para a nação oficiais, fez guerra e paz, exigiu tributo, promulgou leis, puniu com a morte a infidelidade e defendeu o território dos ataques inimigos.
No Pacto do Sinai, porém, Deus se revelou para Israel com o príncipe temporário e deu leis que pretendiam conduzir a nação mais externamente do que regular os atos do coração, por isso um ato era próprio em determinadas situações e em outras não; Dt 14.21; 23.10-14; Lv 3.17 – Ex 29.13. Utensílios sacerdotes, ritos solenes, sacrifícios, festas e dias sagrados, comemorações de benefícios externos foram todos recebidos do poder real de Deus.
A fidelidade e obediência dos judeus não foram asseguradas pelo dom e influência do Espírito Santo necessários à produção de fé e amor; Dt 29.3-4. Por mostrar externamente a majestade e a grandeza, promovia-se uma sujeição servil mais do que uma glamourosa obediência de filho. Deus, como marido para a igreja evangélica, reivindicou de seu povo afeições e louvores internos e aceitou somente as adorações realizadas em espírito e verdade. Ele garantiu o dom e influências do Espírito Santo Ef 1.13-14. Por isso Os 2.16 diz que no tempo do evangelho o homem não mais o chamará Baali (meu Senhor), mas Ishi (meu marido).
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