Quando um arminiano se tornou mais bíblico que um calvinista.

Thomas Grantham (1634–1692) era ministro de uma congregação Batista Geral (arminiana). Ele respondeu alguns argumentos pedobatistas com sua obra:  “TRUTH and PEACE: OR, The Last and most FRIENDLY DEBATE CONCERNING Infant-Baptism. Being a brief Answer to a late Book, intituled, The Case of Infant-Baptism; In which Answer is shewed,“.  Neste aspecto, a saber, a distinção entre o Pacto de Graça e o Pacto de Circuncisão, Grantham foi biblicamente superior ao adversário calvinista. Vejamos:

Segundo Thomas, o Pacto em Gênesis 12 não é o Pacto da Circuncisão.

Thomas2

O Pacto de Circuncisão cessou quando seu propósito tipológico se cumpriu. O tipo nunca é seu próprio antítipo.

Thomas

Agora, Thomas corrige o argumento espantalho dos pedobatistas. Eles nos imputam descrença no Pacto de Graça no tempo veterotestamentário:

Thomas3

Thomas deixa claro que não é o Pacto da Circuncisão que lança luz no plano redentivo, mas o Pacto de Graça estabelecido em Cristo e explicado por Paulo que nos mostra a distinção entre o Pacto de Circuncisão e o Pacto de Graça (que existe em caráter de promessa):

THomas5

E continua:

Thomas6

Sim! Por incrível de pareça, um arminiano conseguiu ser mais bíblico do que seu adversário calvinista.   😛

 

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